Question Tag é uma interrogação rápida que se faz ao final da frase. São miniperguntas usadas no final das frases para confirmar algo ou pedir opinião a cerca do que foi falado, como uma confirmação do que se diz. Se a primeira parte da frase for afirmativa, a segunda parte será negativa e vice-versa.
1. Question tag com verbos auxiliares.
He is a custumer, isn't he? (Ele é um freguês, não é?)
1ª parte afirmativa final negativo
He isn't custumer, is he? (Ele não é um freguês, é?)
1ª parte negativa final afirmativo.
2. Quando os verbos não são auxiliares empregamos as formas verbais:
a) do, does, don't, doesn't para o presente;
b) did, didn't para o passado.
Exemplos: You know England, don't you?
Você conhece a Inglaterra, não conhece?
She doesn't speak English, does she?
Ela não fala inglês, fala?
3. Question tag com o future e o conditional
You will go, won't you? (Você irá, não irá?)
She would come, wouldn't she? (Ela viria, não viria?)
He won't come in time, will he? (Ele não virá a tempo, virá?)
4. Como formar question tags?
Para a formação de question tags deve-se manter o verbo auxiliar da oração principal. Ex:
She is not shy, is she?
Ela não é timida, é?
Quando não existe verbo auxiliar, usa-se do, does ou did atentando para o tempo verbal e ao sujeito da oração. Ex:
You don't speak portuguese, do you?
Você não fala português, fala?
Note que quando há palavras no sentido negativo na frase, as question tags serão no sentido afirmativo e vice-versa.
Abraço e Bons Estudos.
Song:
Metallica - The Memory Remains
Inglês Instrumental. Dicas Gramaticais. Curiosidades. Dúvidas. Elevation é o local ideal para alunos e professores de Língua Inglesa. Make Yourselves At Home!
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
domingo, 29 de novembro de 2009
Use intuition, don’t be afraid of guesswork, and don’t rely too much on the dictionary.
(Use sua intuição, não tenha medo de adivinhar, e não dependa muito do dicionário.)
Para nós, brasileiros, a interpretação de textos é facilitada pela semelhança no plano do vocabulário, uma vez que o português é uma língua latina e o inglês possui cerca de 50% de seu vocabulário proveniente do latim. É principalmente no vocabulário técnico e científico que aparecem as maiores semelhanças entre as duas línguas, mas também no vocabulário cotidiano encontramos palavras que nos são familiares. É certo que devemos cuidar com os falsos cognatos (veja item anterior). Estes, entretanto, não chegam a representar 0,1% do vocabulário de origem latina. Podemos portanto confiar na semelhança. Por exemplo: bicycle, calendar, computer, dictionary, exam, important, intelligent, interesting, manual, modern, necessary, pronunciation, student, supermarket, test, vocabulary, etc., são palavras que brasileiros entendem sem saber nada de inglês. Assim sendo, o aluno deve sempre estar atento para quaisquer semelhanças. Se a palavra em inglês lembrar algo que conhecemos do português, provavelmente tem o mesmo significado.
Leitura de textos mais extensos como jornais, revistas e principalmente livros é altamente recomendável para alunos de nível intermediário e avançado, pois desenvolve vocabulário e familiaridade com as características estruturais da gramática do idioma. A leitura, entretanto, torna-se inviável se o leitor prender-se ao hábito de consultar o dicionário para todas palavras cujo entendimento não é totalmente claro. O hábito salutar a ser desenvolvido é exatamente o oposto. Ou seja, concentrar-se na idéia central, ser imaginativo e perseverante, e adivinhar se necessário. Não deve o leitor desistir na primeira página por achar que nada entendeu. Deve, isto sim, prosseguir com insistência e curiosidade. A probabilidade é de que o entendimento aumente de forma surpreendente, à medida em que o leitor mergulha no conteúdo do texto.
Abraço!!!
Ouvindo: The Gathering - In Between (Live)
Para nós, brasileiros, a interpretação de textos é facilitada pela semelhança no plano do vocabulário, uma vez que o português é uma língua latina e o inglês possui cerca de 50% de seu vocabulário proveniente do latim. É principalmente no vocabulário técnico e científico que aparecem as maiores semelhanças entre as duas línguas, mas também no vocabulário cotidiano encontramos palavras que nos são familiares. É certo que devemos cuidar com os falsos cognatos (veja item anterior). Estes, entretanto, não chegam a representar 0,1% do vocabulário de origem latina. Podemos portanto confiar na semelhança. Por exemplo: bicycle, calendar, computer, dictionary, exam, important, intelligent, interesting, manual, modern, necessary, pronunciation, student, supermarket, test, vocabulary, etc., são palavras que brasileiros entendem sem saber nada de inglês. Assim sendo, o aluno deve sempre estar atento para quaisquer semelhanças. Se a palavra em inglês lembrar algo que conhecemos do português, provavelmente tem o mesmo significado.
Leitura de textos mais extensos como jornais, revistas e principalmente livros é altamente recomendável para alunos de nível intermediário e avançado, pois desenvolve vocabulário e familiaridade com as características estruturais da gramática do idioma. A leitura, entretanto, torna-se inviável se o leitor prender-se ao hábito de consultar o dicionário para todas palavras cujo entendimento não é totalmente claro. O hábito salutar a ser desenvolvido é exatamente o oposto. Ou seja, concentrar-se na idéia central, ser imaginativo e perseverante, e adivinhar se necessário. Não deve o leitor desistir na primeira página por achar que nada entendeu. Deve, isto sim, prosseguir com insistência e curiosidade. A probabilidade é de que o entendimento aumente de forma surpreendente, à medida em que o leitor mergulha no conteúdo do texto.
Abraço!!!
Ouvindo: The Gathering - In Between (Live)
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
UMA CARTA A VOCÊ
Pessoal, o post de hoje é diferente. Um grande amigo chamado Lucas Cavalcante e colega na faculdade Direito da UFRN viajou para Portugal ao ter ganho uma bolsa. Está cursando um período acadêmico lá e escreveu essa carta sobre a importância do Inglês. Leiam e, posso garantir, muitos de vocês mudaram a forma de ver esse idioma tão imprescindível para a sociedade contemporânea.
UMA CARTA A VOCÊ
Hoje resolvi parar minhas obrigações estudantis para escrever esta carta a você, estudante brasileiro de Língua Inglesa.
Na Bíblia Sagrada encontramos a parábola do Rico e Lázaro (Lucas 16. 19-31) onde, resumidamente, após a morte de ambos, este encontra-se no “Paraíso” e aquele no “Hades”. Então o Rico diz: “rogo-te, ó Pai, que mande Lázaro à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho…”.
Este relato serve-nos ao presente objetivo, qual seja, despertar a consciência do estudante brasileiro sobre a grande importância da língua inglesa. Desde minha 5ª série até o 3º ano do Ensino Médio “estudei” o inglês. Mas considerava essa disciplina como a disciplina de ensino religioso. Ou seja, somos um Estado laico, então estudo religião se eu quiser, da mesma forma, como estamos num Estado de língua portuguesa, estudo inglês se eu quiser.
Para resumir o recado, apareceu-me uma oportunidade de vir para a Europa, passar seis meses em Portugal. Pensei: “Áh em Portugal fala-se português, logo, não haverá problemas para se comunicar”. Mas, bastou descer do avião para eu ver que o mundo é bem maior que a área de lazer de minha escola, ou bem maior que o quintal da minha casa. No aeroporto (de um país de língua portuguesa), os informes, placas e avisos estavam escritos em inglês. Ponderei: “deve ser porque trata-se de um aeroporto internacional”. Mas, ao chegar na Pousada outro choque. Bom, é de se prever que numa Pousada tenha pessoas de vários lugares, mas pensei que elas falassem português! Que nada. Fiquei num quarto com um alemão, um belga e um vietnamita. É claro que me fiz de mudo pra melhor passar.
De Lisboa a Coimbra, considerei que aquela situação só existia em Lisboa, a capital lusa, mas em Coimbra, interior do país, não seria daquele jeito. Pois novo engano. No meu quarto tinha um espanhol, um italiano e dois franceses. Desta vez não fiquei tão mudo, comecei a exercitar um outro idioma, a “mimiquês”. É excelente para quem não quer estudar inglês. Você fica parecendo um macaco, balançando as mãos, levando-as à cabeça…(ridículo!). Mas ainda assim eu não queria aceitar esta nova realidade. Dizia pra minha consciência, já pesada, “deve ser porque aqui é uma pousada, com muitos turistas. Vou para um lugar onde só more estudantes”. Pronto, e fiz isso. Foi quando cai na real. Fiquei numa casa com duas italianas, uma holandesa e um alemão. Para minimizar a situação, eles estavam a aprender a língua portuguesa.
Mas para concluir, entendi que o mundo é maior que minha sala de aula, e que este mundo fala inglês. Para se ter uma ideia, até alguns mendigos, que ficam nas esquinas das periferias de Portugal, sabem pedir esmola em inglês. Essa foi demais. Depois que passei por um desses, conclui: “aqui na Europa, eu não sirvo nem pra ser mendigo!”
Se eu tivesse uma carta desta quando ainda estudava inglês, hoje não teria passado por esses constrangimentos. Por isso, que vocês tomem consciência dessa realidade. O MUNDO FALA INGLÊS! Ou estudem pra valer este idioma universal, ou então comecem a exercitar a “mimiquês”.
Atenciosamente,
Lucas Cavalcante de Lima
Um brasileiro
“Na escola, você recebe a lição e depois faz a prova. Na vida, você faz a prova e depois recebe a lição”.
Desconhecido
UMA CARTA A VOCÊ
Hoje resolvi parar minhas obrigações estudantis para escrever esta carta a você, estudante brasileiro de Língua Inglesa.
Na Bíblia Sagrada encontramos a parábola do Rico e Lázaro (Lucas 16. 19-31) onde, resumidamente, após a morte de ambos, este encontra-se no “Paraíso” e aquele no “Hades”. Então o Rico diz: “rogo-te, ó Pai, que mande Lázaro à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho…”.
Este relato serve-nos ao presente objetivo, qual seja, despertar a consciência do estudante brasileiro sobre a grande importância da língua inglesa. Desde minha 5ª série até o 3º ano do Ensino Médio “estudei” o inglês. Mas considerava essa disciplina como a disciplina de ensino religioso. Ou seja, somos um Estado laico, então estudo religião se eu quiser, da mesma forma, como estamos num Estado de língua portuguesa, estudo inglês se eu quiser.
Para resumir o recado, apareceu-me uma oportunidade de vir para a Europa, passar seis meses em Portugal. Pensei: “Áh em Portugal fala-se português, logo, não haverá problemas para se comunicar”. Mas, bastou descer do avião para eu ver que o mundo é bem maior que a área de lazer de minha escola, ou bem maior que o quintal da minha casa. No aeroporto (de um país de língua portuguesa), os informes, placas e avisos estavam escritos em inglês. Ponderei: “deve ser porque trata-se de um aeroporto internacional”. Mas, ao chegar na Pousada outro choque. Bom, é de se prever que numa Pousada tenha pessoas de vários lugares, mas pensei que elas falassem português! Que nada. Fiquei num quarto com um alemão, um belga e um vietnamita. É claro que me fiz de mudo pra melhor passar.
De Lisboa a Coimbra, considerei que aquela situação só existia em Lisboa, a capital lusa, mas em Coimbra, interior do país, não seria daquele jeito. Pois novo engano. No meu quarto tinha um espanhol, um italiano e dois franceses. Desta vez não fiquei tão mudo, comecei a exercitar um outro idioma, a “mimiquês”. É excelente para quem não quer estudar inglês. Você fica parecendo um macaco, balançando as mãos, levando-as à cabeça…(ridículo!). Mas ainda assim eu não queria aceitar esta nova realidade. Dizia pra minha consciência, já pesada, “deve ser porque aqui é uma pousada, com muitos turistas. Vou para um lugar onde só more estudantes”. Pronto, e fiz isso. Foi quando cai na real. Fiquei numa casa com duas italianas, uma holandesa e um alemão. Para minimizar a situação, eles estavam a aprender a língua portuguesa.
Mas para concluir, entendi que o mundo é maior que minha sala de aula, e que este mundo fala inglês. Para se ter uma ideia, até alguns mendigos, que ficam nas esquinas das periferias de Portugal, sabem pedir esmola em inglês. Essa foi demais. Depois que passei por um desses, conclui: “aqui na Europa, eu não sirvo nem pra ser mendigo!”
Se eu tivesse uma carta desta quando ainda estudava inglês, hoje não teria passado por esses constrangimentos. Por isso, que vocês tomem consciência dessa realidade. O MUNDO FALA INGLÊS! Ou estudem pra valer este idioma universal, ou então comecem a exercitar a “mimiquês”.
Atenciosamente,
Lucas Cavalcante de Lima
Um brasileiro
“Na escola, você recebe a lição e depois faz a prova. Na vida, você faz a prova e depois recebe a lição”.
Desconhecido
segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Pois é!
Para quem não conseguiu traduzir o cartaz acima diz "Eu gostaria que houvessem mais símbolos interessantes no inglês". ^^ Fato é que a língua inglesa é quase que totalmente livre de todo e qualquer sinal de acentuação. Não há nem como comparar com o português não é?
Lembre-se:
Você nunca vai encontrar por aí "Thát" ou "Dô".
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Modal Verbs
Forma
"May", "might" e "must" são verbos, mas nunca terão sua forma alterada por conjugação.
Para passá-los para a forma interrogativa ou negativa, não serão usados auxiliares.
Ex.: May I have this dance?
You might not like this film.
The actors are not talented.
"May", "might" e "must" serão seguidos pelo verbo em sua forma natural.
Ex.: You must water your bonsai everyday.
Uso
Tanto "may" quanto "might" são usados para se referir à possibilidade de uma situação ocorrer no presente ou no futuro. "Might" é uma forma mais hesiante, menos definitiva do que "may", que por sua vez demonstra maior chance de que algo aconteça.
Ex.: I may go to the beach this weekend (50% de chance), and Meg might come with me (30% de chance).
Must é um verbo modal que demonstra a obrigatoriedade de uma ação ou situação.
Ex.: If you want to be rich, you must work hard, or win the lottery.
"Must" também é usado para indicar uma possibilidade concreta baseada em dedução.
Ex.: He is very handsome man. He must have a girlfriend.
May é muito usado para pedirmos permissão de uma forma respeitosa.
Ex.: May I help you?
May I step on the grass?
Can é o mais conhecido dos modais. Seu uso é fácil por expressar uma capacidade fisicamente realizável.
Ex: I Can Lift This Box. (Eu Consigo levantar essa caixa.)
Lembrando que os modais na interrogativa vão para o começo da frase.
Ex:
- Can I Help You?
- May I Go To the Restroom?
- Should I Do It?
"May", "might" e "must" são verbos, mas nunca terão sua forma alterada por conjugação.
Para passá-los para a forma interrogativa ou negativa, não serão usados auxiliares.
Ex.: May I have this dance?
You might not like this film.
The actors are not talented.
"May", "might" e "must" serão seguidos pelo verbo em sua forma natural.
Ex.: You must water your bonsai everyday.
Uso
Tanto "may" quanto "might" são usados para se referir à possibilidade de uma situação ocorrer no presente ou no futuro. "Might" é uma forma mais hesiante, menos definitiva do que "may", que por sua vez demonstra maior chance de que algo aconteça.
Ex.: I may go to the beach this weekend (50% de chance), and Meg might come with me (30% de chance).
Must é um verbo modal que demonstra a obrigatoriedade de uma ação ou situação.
Ex.: If you want to be rich, you must work hard, or win the lottery.
"Must" também é usado para indicar uma possibilidade concreta baseada em dedução.
Ex.: He is very handsome man. He must have a girlfriend.
May é muito usado para pedirmos permissão de uma forma respeitosa.
Ex.: May I help you?
May I step on the grass?
Can é o mais conhecido dos modais. Seu uso é fácil por expressar uma capacidade fisicamente realizável.
Ex: I Can Lift This Box. (Eu Consigo levantar essa caixa.)
Lembrando que os modais na interrogativa vão para o começo da frase.
Ex:
- Can I Help You?
- May I Go To the Restroom?
- Should I Do It?
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Phrasal Verbs
Muitas vezes nos deparamos com locuções verbais em formas um pouco diferentes do comum, como no caso de “get in” e “sit down”, por exemplo. Esses tipos de locuções ocorrem predominantemente nos casos de verbos de origem anglo-saxônica. Esses são casos de phrasal verbs, ou seja, verbos que são formados pela junção de um verbo com uma preposição ou um advérbio.
Ex: sit (verbo) + down (advérbio) = sit down (sentar)
get (verbo) + in (preposição) = get in (entrar)
Muitas vezes, o phrasal verb é facilmente identificado como nos casos apresentados anteriormente. Porém existem alguns casos que é relativamente complicado dizer o significado de um phrasal verb como “hold up” (atrasar).
Na verdade, os phrasal verbs possuem um “ar” de informalidade, de gíria, porém se tornaram algo fundamental até mesmo no âmbito formal e principalmente na hora de praticar o inglês falado no dia-dia. Por isso, é necessário que o estudante tenha conhecimento de pelo menos os phrasal verbs essenciais:
Ask out - convidar
Call up – chamar alguém por telefone
Explain away – desculpar-se
Find out - descobrir
Fix up - consertar
Get up – levanter
Give back - devolver
Give in – render-se
Go on - avançar
Go over with – terminar logo com (algo desagradável)
Keep on - continuar
Keep away from - evitar
Look over - examinar
Look up – procurar informações
Make up - inventar
Pick out - escolher
Pick up - erguer
Put off - atrasar
Slow down – tornar algo mais lento
Take back - retornar
Take off – tirar algo
Take on – aceitar um desafio
Talk over - discutir
Think up - criar
Turn off – parar a operação de uma máquina
Turn on – iniciar a operação de uma máquina
Turn up – aumentar o volume
Ex: sit (verbo) + down (advérbio) = sit down (sentar)
get (verbo) + in (preposição) = get in (entrar)
Muitas vezes, o phrasal verb é facilmente identificado como nos casos apresentados anteriormente. Porém existem alguns casos que é relativamente complicado dizer o significado de um phrasal verb como “hold up” (atrasar).
Na verdade, os phrasal verbs possuem um “ar” de informalidade, de gíria, porém se tornaram algo fundamental até mesmo no âmbito formal e principalmente na hora de praticar o inglês falado no dia-dia. Por isso, é necessário que o estudante tenha conhecimento de pelo menos os phrasal verbs essenciais:
Ask out - convidar
Call up – chamar alguém por telefone
Explain away – desculpar-se
Find out - descobrir
Fix up - consertar
Get up – levanter
Give back - devolver
Give in – render-se
Go on - avançar
Go over with – terminar logo com (algo desagradável)
Keep on - continuar
Keep away from - evitar
Look over - examinar
Look up – procurar informações
Make up - inventar
Pick out - escolher
Pick up - erguer
Put off - atrasar
Slow down – tornar algo mais lento
Take back - retornar
Take off – tirar algo
Take on – aceitar um desafio
Talk over - discutir
Think up - criar
Turn off – parar a operação de uma máquina
Turn on – iniciar a operação de uma máquina
Turn up – aumentar o volume
sábado, 12 de setembro de 2009
Gírias da língua inglesa
Algumas gírias para vocês ^^
1. Inside out - Embora possa significar "ao avesso" (You've put your sweatshirt on inside out. = Você vestiu o moletom do avesso.), também pode representar uma coisa ou sentimento profundo (To love you from the inside out. = Pra te amar profundamente.);
2. To roll up one's sleeves - Significa "arregaçar as mangas" (We will rolled up our sleeves and will go to work! = Nós arregaçaremos as mangas e iremos para o trabalho!);
3. Dude - Usado grandemente nas conversas informais, aproxima-se do que chamamos de "cara", no sentido de se referir a uma pessoa. (How are you dude? = Como você vai cara?);
4. Bad egg - Usado pra definir um sujeito de mau caráter, um causador de problemas. (Joe's a bad egg. = Joe é um "mal-elemento".);
5. Beat - Empregado quando alguém quer dizer que está muito cansado, exausto. (I wanna go to bed, I'm beat today. = Eu quero ir para a cama, hoje estou exausto.);
6. Lose your mind - Refere-se a uma pessoa que enlouqueceu ou "perdeu a cabeça". (I said no! Are you crazy? Lose your mind? = Eu disse não! Você está louco? Perdeu a cabeça?);
7. Jerk - Significa uma pessoa desprezível, desagradável e repugnante. (Ah, you're a jerk! = Ah, você é um desagradável!);
8. Have eyes for - A expressão é usada quando alguém acha outra pessoa fisicamente muito bonita e atraente. (Jake has eyes for July. = Jack acha July muito bonita.);
9. Gabby - Empregada para designar uma pessoa que conversa muito, sobre assuntos sem importância e relevância. (I think Mary a gabby. = Eu acho Mary uma "tagarela".);
10. Boozehound - Representa uma pessoa que bebe excessivamente, um bêbado. (This man is a boozehound! = Esse cara é um bêbado!).
1. Inside out - Embora possa significar "ao avesso" (You've put your sweatshirt on inside out. = Você vestiu o moletom do avesso.), também pode representar uma coisa ou sentimento profundo (To love you from the inside out. = Pra te amar profundamente.);
2. To roll up one's sleeves - Significa "arregaçar as mangas" (We will rolled up our sleeves and will go to work! = Nós arregaçaremos as mangas e iremos para o trabalho!);
3. Dude - Usado grandemente nas conversas informais, aproxima-se do que chamamos de "cara", no sentido de se referir a uma pessoa. (How are you dude? = Como você vai cara?);
4. Bad egg - Usado pra definir um sujeito de mau caráter, um causador de problemas. (Joe's a bad egg. = Joe é um "mal-elemento".);
5. Beat - Empregado quando alguém quer dizer que está muito cansado, exausto. (I wanna go to bed, I'm beat today. = Eu quero ir para a cama, hoje estou exausto.);
6. Lose your mind - Refere-se a uma pessoa que enlouqueceu ou "perdeu a cabeça". (I said no! Are you crazy? Lose your mind? = Eu disse não! Você está louco? Perdeu a cabeça?);
7. Jerk - Significa uma pessoa desprezível, desagradável e repugnante. (Ah, you're a jerk! = Ah, você é um desagradável!);
8. Have eyes for - A expressão é usada quando alguém acha outra pessoa fisicamente muito bonita e atraente. (Jake has eyes for July. = Jack acha July muito bonita.);
9. Gabby - Empregada para designar uma pessoa que conversa muito, sobre assuntos sem importância e relevância. (I think Mary a gabby. = Eu acho Mary uma "tagarela".);
10. Boozehound - Representa uma pessoa que bebe excessivamente, um bêbado. (This man is a boozehound! = Esse cara é um bêbado!).
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